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Abaixo, links dos arquivos da FICHA DE INSCRIÇÃO e RELAÇÃO DE ATLETAS.

Relação de Atletas (excel)

Relação de Atletas (Pdf)

Ficha de Atleta (excel)

Ficha de Atleta (Pdf)

Autorização de Transferência (word)

Autorização de Transferência (Pdf)

assembleia07092016

Segue decisão da CDJD para a partida Ufrj x Elite
A equipe Ufrj ofereceu denúncia a esta comissão da participação de atleta da equipe Elite de forma irregular nas partidas do confronto, realizadas dias 10 e 24/07 entre Elite x Ufrj, validas pela 2° fase da Superliga 2016.
Baseado no estatuto da Liga Zona Norte fut 11, artigo 12:

“CAPÍTULO III – DOS ATLETAS

ART. 12 – São considerados atletas, jogadores amadores que não recebem qualquer forma de remuneração e sejam inscritos regularmente em um clube junto à LIGA.”

A equipe Ufrj informou ter participado das partidas, pela equipe Elite, atletas profissionais federados que participam de competições oficiais da FFERJ e CBF.

Em defesa, a equipe Elite informou que o jogador acusado não participou da primeira partida entre as equipes como pode ser comprovado pela súmula do jogo e que a segunda partida, em que o jogador acusado atuou, foi considerada anulada em julgamento desta comissão.

Analisando as súmulas das partidas entre as equipes, e o regulamento da Superliga 2016, a CDJD entende que NÃO HOUVE A IRREGULARIDADE denunciada pela equipe UFRJ JÁ QUE NÃO SE CONSUMOU A PARTICIPAÇÃO DO JOGADOR profissional em nenhuma das partidas da equipe Elite.

A CDJD salienta que o Estatuto é claro na proibição de atletas profissionais com contrato em vigor possam atuar nas partidas da LZN fut 11, portanto, ocorrendo novos casos será tomada postura adequada por esta comissão que preza pelo cumprimento dos regulamentos e pelo Estatuto da Liga Zona Norte Fut11.

Segue decisão da CDJD para o jogo Verdão x Benfica realizado em 24/07/2016 pela 2ª fase da Superliga 2016.

De acordo com denúncia realizada pelo representante da equipe Benfica, foi utilizado irregularmente pela equipe Verdão na 2ª partida entre as equipes o jogador Anderson Tertuliano de Oliveira, expulso de campo pelo árbitro na 1ª partida, estando portanto, segundo o regulamento da competição, suspenso automaticamente da partida subsequente.
DAS PENALIDADES E DOS CARTÕES
“Art. 24 – Haverá suspensão de um jogo para atletas que acumularem 02 (DOIS) cartões amarelos ou 01 (um) vermelho, que serão cumpridas na partida subsequente.”
Após a denúncia, os membros da CDJD, solicitaram à LZN Fut11 a cópia das súmulas das partidas entre Verdão x Benfica onde pode ser constatado a veracidade das informações acerca da expulsão do atleta Anderson Tertuliano de Oliveira na primeira partida e a utilização do mesmo jogador na segunda partida. Daí a justificativa para o julgamento.
Em defesa, a equipe Verdão alega que houve erro por parte da LZN Fut 11 e também da diretoria do Verdão, uma vez que foi informado pelo Sr. Alexandre Madruga que se houvesse jogador suspenso estaria notificado na sumula da partida, e quando chegou ao campo de jogo se dirigiu ao Delegado (sem identificação), o mesmo informou que todos os atletas estavam aptos para jogar na sumula e assim escalou o atleta Anderson de Oliveira. (sic) Informa ainda o representante do Verdão, se houve erro da Liga e também da equipe, não poderia se prejudicar a equipe que conquistou a vitoria e a vaga de classificação no campo. (sic)
A CDJD ouviu em depoimento o citado pela defesa, sr. Alexandre Madruga que confirmou o dialogo com o representante, porém alegou que desconhecia o conteúdo da súmula, que apenas deu uma informação administrativa segundo seu conhecimento do procedimento e que o controle de cartões é exclusivo do diretor administrativo Renan. Perguntado se sabia haver jogadores expulsos no primeiro jogo, o Sr. Alexandre afirmou que não sabia que haviam jogadores expulsos na partida e que somente soube da informação da irregularidade após a segunda partida quando foi informado por diretores e jogadores da equipe Benfica.
Após deliberação desta Comissão, analisadas as 2 súmulas dos jogos entre as equipes, recebida a defesa do Verdão e o depoimento do Sr. Alexandre Madruga,
levando em consideração que o regulamento da competição prevê em seu artigo 24, §2º que a responsabilidade do controle dos cartões É DAS EQUIPES não há de se falar em erro de informação, uma vez que a diretoria da equipe e o próprio atleta TIVERAM CONHECIMENTO DA EXPULSÃO, e SABIAM ou DEVERIAM SABER da previsão do regulamento a respeito da suspensão automática na partida subsequente.
“Art. 24 – Haverá suspensão de um jogo para atletas que acumularem 02 (DOIS) cartões amarelos ou 01 (um) vermelho, que serão cumpridas na partida subsequente…
§ 2º – É de responsabilidade das equipes o controle de cartões dos atletas, caso em que a LZN FUT11, EM CASO DE DÚVIDA, pode auxiliar mediante pedido da equipe antes da PARTIDA em disputa.”
DECIDE A C.D.J.D. POR UNANIMIDADE (5 VOTOS), PELA ELIMINAÇÃO DA EQUIPE VERDÃO DA SUPERLIGA 2016 POR ESCALAÇÃO IRREGULAR DO ATLETA ANDERSON TERTULIANO DE OLIVEIRA, NOS TERMOS DO ARTIGO 28 DO REGULAMENTO DA SUPERLIGA 2016.
“Art. 28 – Será eliminada da competição, a equipe que colocar em campo jogadores que não estejam de acordo com as normas deste regulamento.”
A punição tem caráter exemplificativo para todas as agremiações participantes do campeonato a atentar sobre o regulamento e suas exigências.

O jogo foi realizado dia 24/07/2016, válido pela 2ª fase da Superliga 2016.

A equipe ELITE, realizou denúncia de que não foi seguido, por parte da equipe UFRJ, o procedimento previsto no regulamento da competição no artigo 19.
“Art. 19 – As equipes devem pagar quantia, a título de despesas de campo e arbitragem, no valor de R$ 210,00 (Duzentos e Dez Reais). Valor deve ser pago ANTES dos atletas começarem a assinar a súmula.
§1º – O pagamento deverá ser feito diretamente para o 4ª árbitro, no campo de jogo;
§2º – Somente após o pagamento da taxa referida no caput deste artigo, CADA ATLETA devidamente uniformizado deverá se apresentar ao 4º árbitro, com a carteira oficial da competição, para conferência e numeração da súmula, NÃO SENDO PERMITIDO ADICIONAR ATLETAS APÓS O INÍCIO DA PARTIDA, salvo o previsto no Art. 17º Parágrafo 1º.
§3º – Somente poderão atuar, atletas que apresentarem carteirinha oficial da competição e estejam com seu nome regularmente inscrito na súmula de jogo, NÃO SENDO PERMITIDO EM NENHUMA HIPÓTESE incluir nomes na súmula.
§4º – Poderão jogar atletas sem a carteira oficial da competição, mas somente aos que apresentarem documento oficial com foto original (RG, Habilitação, Carteira de Trabalho). Contudo, será cobrada a multa de R$ 5,00 (cinco reais) por atletas que não apresentem a carteira oficial da competição. O fato deverá ser relatado pela equipe de arbitragem.
§5º – O representante de cada equipe DEVERÁ solicitar a LZN FUT11 em até 24hs antes das partidas a cópia da súmula para conferência dos atletas em condições de jogo, e em caso de erro ou omissão de qualquer espécie, solicitar a retificação da mesma. NÃO SERÃO ACEITAS RECLAMAÇÕES POSTERIORES.”
A denúncia informa que não foi pago o campo antes do preenchimento da súmula conforme o regulamento, e que houve a autorização por parte do Delegado do jogo e pelo 4º árbitro para a realização da partida e posterior pagamento, o que infringe o regulamento da competição que não prevê possibilidade de autorização em casos semelhantes. Foi anexada à denúncia diversos depoimentos comprobatórios da irregularidade.
Em defesa, a equipe UFRJ informou que foi autorizada pela autoridade maxima da partida, o trio de arbitragem a realizar o pagamento posterior ao inicio da mesma e que não restava responsabilidade a UFRJ pelo erro procedimental cometido pelas autoridades em campo. Ressalta ainda a equipe UFRJ que não houve dolo e que não houve nenhum ônus pelo pagamento posterior à partida e que tomou a atitude pelo atraso do inicio da partida provocado pelo trio de arbitragem.
A comissão, em análise aos documentos da partida, depoimentos dos representantes da LIGA envolvidos e ouvidos os representantes das equipes Elite e UFRJ, DECIDIU pela REALIZAÇÃO DE NOVA PARTIDA entre as equipes, motivado por ERRO DE PROCEDIMENTO NA EXECUÇÃO, por parte da Organização da 2ª Superliga, por entender que não poderia ser lesada a equipe ELITE pela autorização de descumprimento do regulamento, assim como não poderia ser lesada a equipe UFRJ pelo resultado conquistado dentro de campo, uma vez que a partida foi realizada e o ato, ainda que irregular, consumado.
As decisões administrativas em relação a data, horário e local da nova partida, assim como os custos deste novo jogo serão divulgados pela LIGA ZONA NORTE FUT11 através de suas mídias socias, FACEBOOK, WHATSAPP e WEBSITE.
OBS: O auditor Diego não participou deste julgamento por ser parte na demanda.

Segue decisão da CDJD para o julgamento dos atletas Klenir Veras Mendonça e Wellington Conceição e do treinador Leonardo Souza, todos da equipe Milan, expulsos no jogo Milan x Pressão, realizado dia 19/06 pela 1° fase da Superliga 2016. A denúncia feita pela CDJD encontra amparo no regulamento da Superliga, nos art. 26 e 27:

“Art. 26 – O jogador ou técnico expulso ou afastado de campo estará automaticamente suspenso na partida seguinte. Os casos citados em súmula pela equipe de arbitragem serão julgados pela CDJD (Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva).
Art. 27 – O jogador, técnico ou dirigente, mesmo fora de campo, uniformizado ou não, inscrito no campeonato ou identificado com cargos de direção do time, que for expulso ou citado na súmula por tentativa de agressão, ameaça física ou verbal aos árbitros, auxiliares, mesários ou membros da LZN FUT11, será julgado pela CDJD (Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva) e poderá ser punido com até 3 (três) jogos, mais multa de R$ 50,00 (Cinquenta Reais).
§ ÚNICO – Em caso de reincidência, a punição deverá ser dobrada, e caso se consume a agressão física, será julgado pela CDJD e em caso de suspensão,deverá cumprir a pena estabelecida pela LZN FUT11. O infrator poderá ser conduzido à Delegacia, onde a organização registrará o Boletim de Ocorrência.”

Segundo relatório da arbitragem, o atleta Klenir foi expulso de campo ao questionar de forma acintosa as decisões do árbitro durante a partida, enquanto o atleta Wellington e o treinador Leonardo, após a partida, ofenderam a equipe de arbitragem e a organização da LIGA. O árbitro não relatou na súmula quais foram as palavras proferidas pelos acusados.
Em defesa, o diretor da equipe Milan, Leonardo Souza, deu sua versão para o fato, alegando que em momento algum os jogadores se dirigiram ao árbitro de forma ofensiva, que apenas questionaram as marcações do mesmo e a falta de critério igual para as equipes.Informa ainda o representante, que o treinador nega que tenha ofendido a arbitragem e que o mesmo, inconformado com a expulsão, disse que árbitros como aquele não deveriam apitar jogos de mata mata.

A CDJD, analisando a súmula do jogo, documento oficial da partida, ouvindo o relatório do responsável pela arbitragem, Sr. Rogério e ouvindo a defesa da equipe, entende que o atleta Wellington Conceição e o Treinador Leonardo Souza se comportaram de maneira antidesportiva, confrontando a autoridade do árbitro, questionando seu conhecimento às regras do jogo, Sua conduta foi majorada pela atitude de, após expulso, ainda se referir de maneira desrespeitosa ao árbitro e a organização do campeonato.

Decide está comissão, por maioria simples, em punir o jogador Klenir Mendonça com 1 (um) jogo de suspensão, o atleta Wellington Conceição e o Treinador Leonardo Souza por 2 (dois) jogos a partir desta publicação. A punição tem caráter educativo para que não se repitam atitudes semelhantes pelos atletas participantes da Superliga 2016.

0001

Segue decisão da CDJD para o julgamento do atleta Ricardo F. Nascimento, expulso no jogo Muralha x Boleiros Fanáticos, realizado dia 12/06 pela 1° fase da Superliga 2016. A denúncia feita pela CDJD encontra amparo no regulamento da Superliga, no art. 26.

“Art. 26 – O jogador ou técnico expulso ou afastado de campo estará automaticamente suspenso na partida seguinte. Os casos citados em súmula pela equipe de arbitragem serão julgados pela CDJD (Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva).

Segundo relatório da arbitragem, o jogador Ricardo Nascimento agrediu com um tapa o adversário sendo expulso de forma direta. Não houve reclamação. A equipe Muralha não apresentou defesa ao atleta no prazo.

A CDJD, analisando a súmula do jogo, documento oficial da partida, entende que o atleta se comportou de maneira antidesportiva, agredindo o jogador adversário e por isso foi expulso de campo.

Decide está comissão, por 3 votos, em punir o jogador Ricardo Nascimento com suspensão por 2 (dois) jogos a partir desta publicação. A punição tem caráter educativo para que não se repitam atitudes semelhantes pelos atletas participantes da Superliga 2016.

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