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Abaixo, links dos arquivos da FICHA DE INSCRIÇÃO e RELAÇÃO DE ATLETAS.

Relação de Atletas (excel)

Relação de Atletas (Pdf)

Ficha de Atleta (excel)

Ficha de Atleta (Pdf)

Autorização de Transferência (word)

Autorização de Transferência (Pdf)

Participaram do julgamento os auditores, Levy (M. França), Marcos Russo (Canal), Paulo (Laranja Mecânica), Diego (Elite) e Renato (Inter Valqueire)

O jogador Naziley Valério, conhecido como Leley da equipe Nova Era foi relatado pelo Delegado Renan durante a partida Aliança 1 x 1 Nova Era, válida pela 2ª fase da Superliga 2016. O treinador foi citado na súmula do jogo, e denunciado por infringir o art 27 do regulamento da Superliga 2016.

” Art. 27 – O jogador, técnico ou dirigente, mesmo fora de campo, uniformizado ou não, inscrito no campeonato ou identificado com cargos de direção do time, que for expulso ou citado na súmula por tentativa de agressão, ameaça física ou verbal aos árbitros, auxiliares, mesários ou membros da LZN FUT11, será julgado pela CDJD (Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva) e poderá ser punido com até 3 (três) jogos, mais multa de R$ 50,00 (Cinquenta Reais).
§ ÚNICO – Em caso de reincidência, a punição deverá ser dobrada, e caso se consume a agressão física, será julgado pela CDJD e em caso de suspensão,deverá cumprir a pena estabelecida pela LZN FUT11. O infrator poderá ser conduzido à Delegacia, onde a organização registrará o Boletim de Ocorrência.”

O relatório do Delegado Renan informa que o Sr. Naziley Valério, conhecido como Leley, que está inscrito na competição como atleta da equipe Nova Era, estava sem uniforme da equipe mas foi identificado pelo mesmo, invadiu a área destinada a comissão técnica se proclamando torcedor da equipe Nova Era, para protestar contra a arbitragem e debater com o treinador da equipe Aliança.  Ao tentar ser retirado pelo delegado, se recusou a se retirar apenas o fazendo posteriormente.

Em defesa, a equipe Nova Era alega que o Sr. Naziley apenas entrou no campo para ser solidário ao treinador do Nova Era, sem que causasse nenhum problema é se retirando quando solicitado pelo treinador de sua equipe.

A CDJD, seguindo o regulamento da competição, entende que tal comportamento desrespeita a Liga Zona Norte Fut11 , organizadora da Superliga 2016, e afronta o regulamento, já que o citado atleta já foi julgado anteriormente e advertido por ofensas a LZN nas redes sociais.

Por maioria de 3 votos contra 2 a CDJD decide suspender o atleta Naziley Valério por 6 (SEIS) jogos a ser cumprida a partir da próxima partida da equipe Nova Era.

O Colegiado da LZN11 comunica os protocolos para inscrições de atletas:

1- Novas inscrições apenas nas quartas de reunião, seguindo o protocolo de entrar com duas vias e ser assinada com recebido por duas pessoas presentes.

2- Trocas e ou alterações serão regulamentadas com quantidade máxima. A decidir essa quantidade. A ideia que possa haver até 5 trocas. Mas será apresentado aos clubes para aprovação.

3- Somente pode ter alteração na súmula na sexta e por email. A súmula passará a ser enviada pelo email e qualquer pedido somente pelo email na sexta até 20:00h. Após o pedido, a LZN11 tem até 22h para remeter a súmula. Possíveis alterações terão que ser enviadas até às 00:00h por email. (copazonanorte@gmail.com)

4- A partir da próxima rodada, as súmulas serão colocadas no site, até 48h após as partidas.

 

Participaram deste julgamento os membros da CDJD, Paulo (Laranja), Diego (Elite), Levy (M.França), Marcos Russo (Canal) e Renato Batata (Inter Valqueire).

Recebemos da equipe Aliança uma denúncia da presença de jogadores irregulares nas partidas entre Aliança X Boleiros válida pelas oitavas de final da Superliga 2016, realizadas em 04/09 e 11/09.
O regulamento da competição diz em seus artigos 8° e 9°:

“DA INSCRIÇÃO, REGISTRO E CONDIÇÃO DE JOGO
Art. 8º – Limitação de 30 (trinta) atletas inscritos.
§1º – Somente serão permitidas inscrições de atletas NAS REUNIÕES.
§2º – Inscrições encerram-se na última reunião que antecede a 3ª fase.
Art. 9º – Não serão aceitas transferências após o início da competição.”

Segundo a denúncia, haviam 5 (cinco) jogadores que atuaram de maneira irregular nos confrontos entre as equipes. Segundo o representante do Aliança, José Edson, estes jogadores não estariam inscritos ou haviam sido inscritos apenas para os confrontos das oitavas de final.

Em defesa, a equipe Boleiros, através de seu representante Rafael Lima, alega que não houve irregularidades pois os jogadores que atuaram nos confrontos estavam regularmente inscritos, informa ainda, que após reformulação do elenco, foi autorizado pela Liga Zona Norte fut 11, a realizar a substituição de 5 atletas  dentro do prazo estabelecido para inscrição de atletas que se encerrava antes da fase de oitavas de final.

A cdjd, através de seus membros analisou as súmulas das partidas da equipe Boleiros desde a primeira fase da competição, constatando ter havido substituição de atletas durante as 2 fases iniciais, dentro do prazo estabelecido no regulamento. Questionamos ainda a direção da LZN fut 11 quanto a possibilidade e a autorização para substituição de atletas durante a competição, fato omisso no regulamento e fomos informados que a autorização partiu do Colegiado da LZN fut 11 amparada pelo artigo 46 do Estatuto da entidade que estabelece:

“ART.46 – COMPETE AO COLEGIADO DA LIGA:
XXI – resolver quanto a pedido de inscrição de atletas.”

Assim sendo, a CDJD após deliberações de seus membros decide por 4 votos a 1

Absolver a Equipe Boleiros Fanáticos das acusações de escalação de jogador irregular nos confrontos contra a equipe Aliança.

Participaram deste julgamento, Levy (M. França), Russo (Canal), Paulo (Laranja), Diego Malaquias (Elite) e Batata (Inter Valqueire).

 Decisão da CDJD para o jogador Douglas Nickelson da equipe Atackk.
Trata-se da 2ª partida entre Atackk 1 X 1 Expresso, válida pela 2ª fase da Superliga 2016, realizada em 28/08/2016.
O jogador Douglas Nickelson foi expulso de campo por ofensas ao árbitro Luciano Peixoto que relata ainda que, após ser expulso, o jogador tentou agredi-lo. Não satisfeito, o jogador, ao final da partida, correu em direção ao árbitro para, novamente, tentar agredi-lo.
O regulamento da Superliga 2016 consagra no artigo 27:
“Art. 27 – O jogador, técnico ou dirigente, mesmo fora de campo, uniformizado ou não, inscrito no campeonato ou identificado com cargos de direção do time, que for expulso ou citado na súmula por tentativa de agressão, ameaça física ou verbal aos árbitros, auxiliares, mesários ou membros da LZN FUT11, será julgado pela CDJD (Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva) e poderá ser punido com até 3 (três) jogos, mais multa de R$ 50,00 (Cinquenta Reais).
§ ÚNICO – Em caso de reincidência, a punição deverá ser dobrada, e caso se consume a agressão física, será julgado pela CDJD e em caso de suspensão,deverá cumprir a pena estabelecida pela LZN FUT11. O infrator poderá ser conduzido à Delegacia, onde a organização registrará o Boletim de Ocorrência.”
A equipe Atackk, através de seu representante Adriano, enviou defesa à CDJD alegando que o jogador reconheceu sua atitude errada em relação ao árbitro, que o mesmo “perdeu a cabeça” (SIC), pediu desculpas ao árbitro e se colocou a disposição para cumprir serviços para a LZN Fut 11 em troca da punição.
Ocorre que, esse mesmo atleta é reincidente em atitudes como esta, tendo sido por 3 (TRÊS) vezes expulso na 4ª Copa Zona Norte 2015/2016 pelo mesmo motivo, tendo suas punições de forma progressiva, alcançado 6 (SEIS) jogos de suspensão, mais multa pecuniária de R$ 50,00 em seu último julgamento. Em seu retorno às competições da LZN Fut 11, novamente o jogador se comportou de maneira inaceitável ao espírito esportivo que a LZN Fut 11 preza. Por este motivo, demonstrando não haver arrependimento em suas atitudes antidesportivas independente de punições severas interpostas ao jogador e amparado pelo Estatuto da LIGA ZONA NORTE FUT 11 que consagra em seu artigo 65:
“Art.65 – As pessoas físicas ou jurídicas, direta ou indiretamente vinculadas á Liga, pela infração deste Estatuto e de demais ordenamentos legais em vigor, poderão sofrer as seguintes penalidades:
a) advertência verbal ou escrita;
b) expulsão de campo;
c) suspensão de exercício;
d) exclusão do Quadro de Autoridades com função nos jogos;
e) cassação de inscrição do atleta;
f) perda de mandato;
g) dispensa;
h) perda de ponto
i) exclusão de campeonatos ou torneios;
j) desligamento;
l) eliminação.
m) as demais determinadas por lei.”
O CDJD decide por UNANIMIDADE, PELA EXCLUSÃO DE CAMPEONATOS OU TORNEIOS REALIZADOS PELA LZN FUT 11 E AINDA PELA CASSAÇÃO DA INSCRIÇÃO DE ATLETA, O SR. DOUGLAS NICKELSON DA EQUIPE ATACKK  pelas infrações cometidas pelo mesmo segundo o artigo 65, alíneas “e” e “i” do Estatuto da LZN Fut 11.

Participaram do julgamento os auditores, Levy (M. França), Marcos Russo (Canal), Paulo (Laranja Mecânica), Diego (Elite) e Renato (Inter Valqueire)

O treinador Eduardo Gandra  da equipe Aliança foi relatado pelo Delegado Renan durante a partida Aliança 1 x 1 Nova Era, válida pela 2ª fase da Superliga 2016. O treinador foi citado na súmula do jogo, e denunciado por infringir o art 27 do regulamento da Superliga 2016.

” Art. 27 – O jogador, técnico ou dirigente, mesmo fora de campo, uniformizado ou não, inscrito no campeonato ou identificado com cargos de direção do time, que for expulso ou citado na súmula por tentativa de agressão, ameaça física ou verbal aos árbitros, auxiliares, mesários ou membros da LZN FUT11, será julgado pela CDJD (Comissão Disciplinar de Justiça Desportiva) e poderá ser punido com até 3 (três) jogos, mais multa de R$ 50,00 (Cinquenta Reais).

O relatório do Delegado Renan informa que o treinador Eduardo Gandra, após ser alertado a permanecer em seu espaço na beira do campo, proferiu as seguintes palavras “que não iria permanecer já que a organização era uma bagunça”.
A CDJD, seguindo o regulamento da competição, entende que tal comportamento desrespeita a Liga Zona Norte Fut11, organizadora da Superliga 2016.
Por unanimidade, a CDJD decide suspender o treinador Eduardo Gandra e por maioria simples de 4 votos a 1, quantificar a suspensão em 1 (UM) jogo a ser cumprida na próxima partida da equipe Aliança.

assembleia07092016

Segue decisão da CDJD para a partida Ufrj x Elite
A equipe Ufrj ofereceu denúncia a esta comissão da participação de atleta da equipe Elite de forma irregular nas partidas do confronto, realizadas dias 10 e 24/07 entre Elite x Ufrj, validas pela 2° fase da Superliga 2016.
Baseado no estatuto da Liga Zona Norte fut 11, artigo 12:

“CAPÍTULO III – DOS ATLETAS

ART. 12 – São considerados atletas, jogadores amadores que não recebem qualquer forma de remuneração e sejam inscritos regularmente em um clube junto à LIGA.”

A equipe Ufrj informou ter participado das partidas, pela equipe Elite, atletas profissionais federados que participam de competições oficiais da FFERJ e CBF.

Em defesa, a equipe Elite informou que o jogador acusado não participou da primeira partida entre as equipes como pode ser comprovado pela súmula do jogo e que a segunda partida, em que o jogador acusado atuou, foi considerada anulada em julgamento desta comissão.

Analisando as súmulas das partidas entre as equipes, e o regulamento da Superliga 2016, a CDJD entende que NÃO HOUVE A IRREGULARIDADE denunciada pela equipe UFRJ JÁ QUE NÃO SE CONSUMOU A PARTICIPAÇÃO DO JOGADOR profissional em nenhuma das partidas da equipe Elite.

A CDJD salienta que o Estatuto é claro na proibição de atletas profissionais com contrato em vigor possam atuar nas partidas da LZN fut 11, portanto, ocorrendo novos casos será tomada postura adequada por esta comissão que preza pelo cumprimento dos regulamentos e pelo Estatuto da Liga Zona Norte Fut11.

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